Cheguei do MTE e a defesa estava montada. Multa caiu de R$ 84 mil para R$ 11 mil. O curso pagou 30 vezes em uma visita.
em fiscalização real
Curso completo para blindar sua empresa contra autuação trabalhista, multa do MTE e processo do INSS — com o passo a passo do PGR, CIPA e Ergonomia adaptado para quem comanda o negócio.
Quando a fiscalização chega, ela não pergunta se o RH errou. Ela autua a empresa — e em casos de dolo ou omissão, o empresario responde com patrimônio pessoal.
PGR (NR1), CIPA (NR5) e Ergonomia (NR17) são autuações independentes. Empresa com 30 colaboradores pode levar R$ 600 mil de multa em uma visita só.
Cruzamento eSocial × CAGED × Receita identifica empresas sem PGR atualizado. Plano de fiscalização 2026 vai operar nessa base — sem aviso prévio.
Reclamação trabalhista de ex-empregado quase sempre inclui dano moral por ergonomia. Sem AET e laudo, a empresa entra na audiência com a defesa pela metade.
"Você terceiriza folha, terceiriza contábil, terceiriza fiscal. Mas a responsabilidade do empresario por NR não se terceiriza. Ela é sua."
Um curso completo, gravado, com o passo a passo que o seu time precisa executar para a empresa estar conforme em 30 dias. Sem juridiquês. Sem teoria de concurso.
O documento que substituiu o PPRA. Sem ele, sua empresa está em desconformidade automática — e tudo o mais que vier depois desmorona.
A nova NR5 ampliou drasticamente as obrigações — inclusive sobre assédio moral e sexual. Empresa que não se adaptou está pendurada.
90% das ações trabalhistas pedem dano moral por ergonomia. Sem AET, sem laudo e sem registro de pausa, sua defesa fica pelada na audiência.
Checklist B28 de 47 pontos. Em 30 minutos você mapeia onde está exposto.
Cronograma operacional com dono, prazo e prioridade — pronto para entregar ao RH.
PGR, AET, ata CIPA, política antiassédio, registro de pausas — tudo em DOCX para personalizar.
Um documento de 4 páginas que você apresenta ao conselho ou sócios. Decisão informada.
Selo nominal B28 para anexar ao LinkedIn, ao site da empresa e ao briefing para investidores.
Não é curso técnico para SST. É um briefing executivo para que sua decisão e supervisão sejam defensáveis.
Empresas de 5 a 500 colaboradores, em qualquer setor.
CFO, COO, Diretor de RH ou Operações com responsabilidade delegada.
Herdeiro ou sócio profissionalizando operação consolidada.
Quem precisa orientar decisões societárias sobre compliance trabalhista.
O caso da "engrenagem invisível": como o risco psicossocial — estresse crônico, assédio, pressão desmedida — virou fator de risco oficial no PGR. Por que ele é tão real quanto um fio desencapado, e o que sua empresa precisa fazer para não esperar adoecer para agir.
A Portaria 1.419/2024 e a vigência plena em maio de 2026. Transição do PPRA para o PGR — do "ambiente" para a "gestão". Saúde mental como 3ª maior causa de afastamento no Brasil e perda global de US$ 1 trilhão por ano. O que isso significa, na prática, para o sócio.
Ergonomia não é só cadeira boa: é como as metas são estabelecidas, o ritmo imposto, a autonomia que existe. Da Portaria 3.214/1978 à ergonomia cognitiva. Da LER/DORT aos transtornos psicossociais que hoje pautam a maioria das ações trabalhistas. Como construir uma AET defensável.
Como o PGR se aplica em cadeias terceirizadas, prestadores PJ e modelos híbridos. Quando a tomadora de serviço responde solidariamente. Criticação de cláusulas, diálogo com a contratada e o que pedir documentalmente para não herdar passivo alheio.
A Convenção 155 da OIT consolidou: saúde mental é saúde ocupacional. Como construir os quatro pilares do canal de denúncia, o mapa de calor organizacional por setor, e os Círculos de Construção de Paz para restaurar a operação em vez de só punir. O iceberg dos riscos visíveis vs invisíveis.
PGR, AET, ata CIPA, política antiassédio, recibos de EPI, registro de pausas e mais — DOCX editável com instruções.
Aplique em 30 minutos e descubra exatamente onde sua empresa está exposta. Versão imprimível e versão Notion.
Para anexar no LinkedIn, ao site da empresa e ao briefing para investidores. Reconhecido pelo conselho B28.
Cheguei do MTE e a defesa estava montada. Multa caiu de R$ 84 mil para R$ 11 mil. O curso pagou 30 vezes em uma visita.
Em três semanas o RH implementou tudo. Hoje passo qualquer auditoria de cliente grande — virou diferencial comercial.
Tinha um processo trabalhista pedindo R$ 280 mil por ergonomia. Apresentei AET feita pelo método B28 e ganhei a ação.
Ótimo — e isso não te livra. Quem responde pela empresa é o sócio. Em 70% das ações trabalhistas que analisamos, o RH ou SST tinha alguma versão de PGR — só que desatualizada ou genérica demais para defender. O curso te dá a supervisão informada que faz a diferença entre acreditar que está protegido e estar protegido.
As três últimas reformas do eSocial mudaram exatamente isso. Empresas com 1 colaborador já têm obrigação de PGR. E a fiscalização com IA prioriza justamente as empresas pequenas que historicamente acreditavam estar fora do radar — porque é onde a inconformidade está mais alta.
São 5 aulas densas com a banca docente. Você assiste de carro, na esteira, no avião. O que toma tempo é responder ação trabalhista a R$ 1.500/hora de advogado — e essa hora vem.
A multa mínima por NR1 não atendida em uma empresa de 30 colaboradores começa em R$ 201 mil. O curso custa 1,4% disso. Se você considerar uma única ação trabalhista evitada com a AET correta da NR17, o ROI é instantâneo.
O curso foi desenhado especificamente para quem não é da área. Zero juridiquês, zero teoria de concurso. É o briefing executivo que o empresario precisa para tomar decisão informada e supervisionar com inteligência.
7 dias de garantia incondicional. Assista, baixe os templates, aplique o checklist. Se em qualquer momento dentro do período achar que não vale, devolvemos 100% — sem perguntas e sem letra miúda.
Pode. E todo empresário que viveu o "depois" diz a mesma frase: "eu deveria ter feito antes". A diferença entre antes e depois custa, em média, R$ 84 mil. O timing certo é antes da fiscalização — não depois.
Assista o curso completo, baixe os templates, aplique o checklist na sua empresa. Se em qualquer momento dentro de 7 dias achar que não vale o que pagou — devolvemos 100% no PIX ou estorno do cartão. Sem perguntas. Sem letra miúda. O risco fica com a gente.
Três ex-magistradas do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com mais de 90 anos somados na cadeira que decide as ações trabalhistas no Brasil. Não é advogado falando teoria — é quem julgava o caso ensinando como evitá-lo.
Desembargadora Federal
Desembargadora Federal do Trabalho aposentada · TRT-15
Atuou como Juíza e Desembargadora no TRT-15 de 1990 a 2025. Coordenadora do Grupo de Obra Coletiva sobre Assédio e Saúde Mental da Escola Judicial do TRT-15. Pesquisadora do CESIT/Unicamp sobre precarização do trabalho. Coordenou o Comitê Nacional de Gestão Estratégica da Justiça do Trabalho (2019–2024) e presidiu o Subcomitê de Combate ao Assédio.
Desembargadora · ENAMAT
Desembargadora do Trabalho aposentada · Instrutora da ENAMAT/TST
Juíza do Trabalho desde 1991, Desembargadora até 2022. Doutora em Educação pela Unicamp, autora de obras sobre Mediação e Trabalho Escravo Contemporâneo. Diretora da Escola da Magistratura do TRT-15. Cursou o Programa de Negociação da Harvard Law School. Instrutora da ENAMAT — escola que forma magistrados do trabalho — vinculada ao TST.
Juíza Titular · LGPD
Juíza Titular do Trabalho aposentada · TRT-15
Juíza Titular do TRT-15 desde 2003. Doutoranda em Direitos Humanos e Privacidade pela University of Groningen (Holanda). Vice-coordenadora do Grupo de Estudos da Escola Judicial sobre LGPD e Provas Digitais. Coorganizadora de Proteção de Dados Pessoais e Provas Digitais no Marco do Direito do Trabalho (2024). Formação plústica: agronomia, veterinária, direito.
Comprando o curso hoje por R$ 997 — ou descobrindo o valor das NRs depois que o fiscal já chegou. Empresário não tem terceira opção.
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